Em 1988, o “Morcego” fez parte da exposição “Metalomorfoses” como peça de parede, tendo como base duas chapas metálicas triangulares e quinadas. Essa base foi depois retirada, e 1994 passou a incluir um longo suporte em cantoneira de aço, dobrada e retorcida, que pode ser identificado como um “rasto de voo”. Com este novo suporte, preparado para ser aparafusado a qualquer superfície vertical, o “Morcego” foi exibido de diversas formas em mostras posteriores, saindo de paredes ou troncos de árvore por exemplo.




